O Pavilhão Brasil no 6º Fórum Mundial da Água terá 26 eventos durante esta semana, todos organizados pelas 40 instituições brasileiras que integram o Conselho Mundial da Água. A Agência Nacional de Águas (ANA) fará uma apresentação sobre a gestão da água no Brasil, na quarta-feira, às 9 horas (horário de Marselha), e uma palestra sobre recursos hídricos na Amazônia, também na quarta-feira, às 10:30, que será feita pelo superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Ney Maranhão.
A ANA também participa de uma apresentação sobre o Plano de Segurança da Água e Abastecimento, na quinta-feira, às 9 horas, junto com o Ministério da Saúde. O diretor João Gilberto Lotufo participa de uma reunião na terça, às 15 horas, com representantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Além da ANA, o Consórcio PCJ, Itaipu Binacional, Ministério da Integração Nacional, Santo Antônio Energia e várias outras instituições farão palestras sobre vários temas, como monitoramento e sistemas de alerta, água e energia, água e gênero.
O Pavilhão Brasil possui 345m², um auditório de 50m² com capacidade para cerca de 70 pessoas, um café, lounge, media center e um espaço dedicado à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Espere-se que mais de 200 brasileiros participem das atividades do 6º Fórum Mundial da Água e do Pavilhão Brasil. O IICA está representado pelo especialista em Recursos Naturais do Instituto no Brasil, Gertjan Beekman.
O objetivo do Fórum é aumentar a importância da água na agenda política dos governos, aprofundar discussões, trocar experiências para os atuais desafios e formular propostas concretas.
As instituições responsáveis pelo Pavilhão farão reuniões de trabalho, sessões técnicas e outras ações relacionadas ao Fórum, para difundir e compartilhar experiências com instituições de vários países e identificar oportunidades de parcerias.
Toda a concepção do Pavilhão adota o conceito ambiental sustentável, com material certificado, distribuição de documentos digitais (no-paper) por meio de estações multimídias, com tela sensível ao toque para seleção e gravação de arquivos em pen drive.
Texto:Cláudia Dianni
Foto: João Campello