Aroeira, Mangaba, Baru e Sangra-d’agua são todas espécies de árvores conhecidas por seus frutos, propriedades medicinais e, as vezes, por suas majestosas galhas e troncos, que dão ao segundo maior bioma brasileiro, o Cerrado, sua força e configuração. Estas e outras 22 espécies foram escolhidas pela Representação do IICA no Brasil, para marcar a terceira etapa de seu Programa Ambiental.
O IICA se uniu a mais de 100 famílias do Assentamento Itaúna, no estado do Goiás, e aos alunos da UnB/Planaltina, para o plantio de 500 mudas típicas do Cerrado. A atividade fez parte do Programa Ambiental IICA Sustentável, lançado em agosto deste ano, que objetiva reduzir e compensar as emissões de dióxido de carbono emitidas pelo Instituto no Brasil, considerando quatro indicadores: água, energia, papel e transporte.
Programa – A primeira etapa consistiu na sensibilização e conscientização da equipe IICA, de forma a contribuir para a diminuição no uso de componentes que pressionam a disponibilidade dos recursos naturais. Para isso, a área de Comunicação do Instituto desenvolveu diversas campanhas, que focaram ações, por vezes simples, porém sustentáveis, veja aqui.
O segundo passo foi a realização, por meio da área de Recursos Naturais, Gestão Ambiental e Adaptação às Mudanças Climáticas do Instituto, do cálculo das emissões de carbono no período de 6 meses, com base na Metodologia Brasileira para Cálculos das Emissões. A partir do balanço foi definido o número das mudas a serem plantadas.
A partir desta etapa, segundo informou Marcela Milhomem, coordenadora do programa, “o IICA realizará em conjunto com a UnB/Planaltina o Monitoramento e Gerenciamento das mudas plantadas”. O plantio das mudas contribuirá para a recuperação da área degradada do Assentamento.
Mais informações: marcela.milhomem@iica.int
Conheça o programa
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